terça-feira, 14 de junho de 2011

Sem Você

Composição : Guilherme de Sá
Minha vida, minha história
Só fez sentido quando te conheci
Seus olhos, sua face, me levam além do que pensei
Se às vezes me escondo, em você me acho
Nem dá pra disfarçar
Preciso dizer: você faz muita falta
Não há como explicar...
Foi sem você que eu pude entender
Que não é fácil viver sem te ter
Meu coração me diz que não
Eu não consigo viver sem você, sem você
Minha vida, minha história, só fez sentido, quando te conheci
Seu olhos, sua sagrada face, me levam além do que pensei
Se às vezes me escondo, em você me acho, nem dá pra disfarçar...
Preciso dizer, você faz muita falta,
Não há como explicar...
Foi sem você que eu pude entender
Que não é fácil viver sem te ter
Meu coração me diz que não
Eu não consigo viver sem você, sem você...
Nunca sem você
Meu senhor, meu senhor eu não sou nada,
Sem você, sem você...

Oração de Gandhi


"Senhor, ajuda-me a dizer a verdade
diante dos fortes e a não dizer mentiras para
ganhar o aplauso dos fracos.
Se me dás fortuna, não me tires a razão.
Se me dás sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro
por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.
Ensina-me a amar os outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso, se triunfo;
nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso
é a experiência que precede o triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza
e que a vingança é um sinal de baixeza.
Se não me deres o êxito,
dá-me forças para aprender com o fracasso.
Se eu ofender as pessoas,
dá-me coragem para desculpar-me.
E se as pessoas me ofenderem,
dá-me grandeza para perdoar-lhes.
Senhor, se eu me esquecer de Ti,
nunca Te esqueças de mim."

(in, Voz Portucalense, 12 Setembro)

Mensagem


"Dá a quem amas: 
asas para voar, 
raízes para voltar 
e motivos para ficar." 
(Gandhi)

domingo, 12 de junho de 2011

Feliz Dia dos Namorados




Para os namorados e enamorados
Para aqueles que estão amando tanto alguém como a vida...

Na ponta...


Na ponta da caneta
Escrevo e descrevo minha vida
Apenas TU entenderás...












JD Matos - 12/06/2011

sábado, 11 de junho de 2011

Mudança. Adaptação.(Re)começar



O que devo levar nessa viagem? Nessa mudança de vida, nesse recomeçar de vida. Esperança? Coragem? Fé? Otimismo? Força? Vontade?
Tudo.
Uma mudança.
Uma adaptação.
(RE)começar.







“Quando você sair daí, vai sentir nostalgia e uma vontade de ficar. Mas lembre-se, é a viagem que conta, não a chegada. Só no final é que vai valer a pena. Vou com você, beijo.” (P.F.R.M. – 04/06/2011)

“Recomeçar é fazer algo que já foi feito antes e mudar algumas coisas. Ora o que tu vais fazer é começar algo que nunca fizeste. Se vai ser bom?! Se tiveres a coragem de aceitar as duas faces da moeda. O principal é que te divirtas na tua nova etapa. Confia em Deus...E vive dia a dia...” (P.F.R.M. – 27/05/2011)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dia da Imprensa




Por Rogério Faria Tavares em 30/05/2011 na edição 644 - Observatório da Imprensa
Por força da lei nº 9.831, de 13 de setembro de 1999, o Dia da Imprensa é comemorado, no Brasil, no dia 1º de junho, data em que começou a circular o jornal Correio Braziliense, fundado por Hipólito José da Costa, em 1808. Aproveito a oportunidade para refletir sobre algumas das funções que a imprensa deve exercer na sociedade brasileira.

1.Defesa do Estado Democrático de Direito – A imprensa precisa empenhar-se de modo incansável em prol da democracia constitucional, combatendo com intensidade os regimes de exceção e o cerceamento das liberdades. O apreço pelo governo das leis, mais que dos homens, é a prova do engajamento da imprensa no processo permanente de aprimoramento institucional do país. A imprensa deve conduzir os debates apropriados em torno dos avanços e das mudanças que se fizerem necessárias à evolução do regime político brasileiro. Também deve lutar pela plena aplicação da Constituição Federal, sobretudo no que se refere ao capítulo da Comunicação Social.
2. Defesa da função social e política da atuação do jornalista– O jornalista não é apenas um técnico da produção e disseminação de textos noticiosos. É um intelectual e um pensador. Presença ativa na comunidade a que pertence, é testemunha da história de seu povo e de seu tempo. Capacitado a refletir sobre a realidade, o jornalista desempenha, ainda, o papel de interpretá-la e analisá-la. É um dos principais articuladores e mediadores dos discursos que os diferentes grupos sociais enunciam sobre os acontecimentos da atualidade. Esta é a visão sobre o profissional da imprensa que deve ser popularizada. Ao jornalista deve ser garantido o prestígio social e institucional necessário ao bom desempenho de seu ofício e oferecidas as melhores condições de trabalho e remuneração.
3. Defesa da cultura e dos valores nacionais – A imprensa deve incentivar a ampla e massiva difusão das manifestações da identidade nacional. As expressões mais genuínas do povo brasileiro, seja no campo das artes, seja no campo dos esportes (para citar apenas duas possibilidades), devem merecer o olhar atento da imprensa. Um povo afirma o seu modo de ser, o seu poder e a sua projeção no mundo por meio da sua cultura e de seus valores.
4.Defesa da popularização das tecnologias da comunicação – Impulsionada pelo fantástico progresso tecnológico observado nos últimos anos, a comunicação social ampliou fronteiras e alargou limites. Não se realiza apenas por meio dos canais tradicionais. Os benefícios gerados por essa revolução devem ser apropriados por todos. A imprensa, de modo vigoroso, deve apoiar a popularização de todas as tecnologias da comunicação e o intenso compartilhamento dos seus frutos.
5.Pluralidade e tolerância – Finalmente, a imprensa precisa oferecer o espaço para o cultivo da diversidade, em todas as suas acepções. Ela deve sediar campo generoso para a saudável convivência das manifestações de pessoas de todas as etnias, credos, opiniões e ideologias. O debate de idéias deve ser estimulado. As divergências e as discordâncias devem ser encaradas como sinal de riqueza intelectual.
Os aspectos ora destacados são, naturalmente, apenas um ponto de partida possível para uma reflexão mais abrangente sobre o papel da imprensa no Brasil de hoje. Espero ter contribuído para alimentar a discussão.